
Carros descaracterizados são identificados com a placa TVDE
Álvaro Isidoro / Global Imagens
Estado e plataformas ganham milhões, mas os 60 mil motoristas são cada vez mais precários e a associação que os representa fala em tráfico humano. Governo admite melhorar.
Cinco anos depois da lei que legalizou o transporte individual de passageiros em veículos descaracterizados a partir de plataforma eletrónica (TVDE), o setor está a crescer 50% ao ano, mas a legislação não trava um modelo de funcionamento em que, de um lado, as plataformas eletrónicas e o Estado se saciam com as receitas, e do outro há 60 mil trabalhadores precários, muitos endividados, que aderem a esquemas que a associação do setor classifica de “tráfico humano”.

