
Em 53% da área ardida, os proprietários terão de realizar cortes antecipados dos pinheiros e isso é um prejuízo
Foto: Artur Machado
Centro PINUS alerta que os incêndios de 2024 consumiram mais de 23 mil hectares de pinheiro-bravo, maioritariamente no Norte e Centro. Produtores florestais sem apoios.
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O prejuízo resultante do corte prematuro de povoamentos de pinheiro-bravo, provocado pelos incêndios rurais de 2024, ascende a 34,2 milhões de euros. As contas foram feitas pelo Centro PINUS, que elaborou um estudo sobre o impacto económico dos incêndios do ano passado. Concluiu que, “em metade da área ardida (23 152 hectares), os proprietários poderão obter receitas e manter o pinhal”, mas, para os restantes, “os prejuízos podem ascender a 2800 euros por hectare”.
