
Dois dos arguidos continuam detidos
Foto: Igor Martins / Global Imagens
O Ministério Público (MP) requereu prisão preventiva e prisão domiciliária, respetivamente, para a diretora e uma analista do Laboratório Regional de Trás-os-Montes, entidade que está no epicentro da Operação Gota D’Água.
Em causa está uma investigação sobre a falsificação e adulteração de´centenas de análises de águas, incluindo para consumo humano. Para os ouros 17 arguidos detidos pela Polícia Judiciária de Vila Real na quarta-feira, foram pedidas medidas de coação de proibição de contactos, suspensão das funções e proibição de frequentar instalações ligadas ao controlo da qualidade de água para consumo e de águas residuais.


