Estivadores lucravam até 40 mil euros por retirar cocaína do PCC em Leixões

Três estivadores foram colocados em preventiva, aquando das detenções, mas foram libertados no ano passado, com a proibição de aceder aos portos de mar
Foto: Arquivo
Funcionários da infraestrutura portuária eram contratados por um dos maiores importadores de droga do Porto que tinha como braço-direito um elemento da mais poderosa máfia brasileira.
Entre cinco à 40 mil euros por cabeça. Era esse o valor que uma organização criminosa liderada por traficante, ligado ao extinto gangue de Valbom, e um membro da máfia brasileira Primeiro Comando da Capital (PCC) pagavam a sete estivadores do Porto de Leixões para o descarregamento de centenas de quilos de cocaína, escondidos em contentores marítimos, vindos da América do Sul. O grupo, de 13 elementos, acaba de ser acusado de associação criminosa, tráfico, branqueamento e posse de arma.

