Conselho farto de esperar pelo Ministério Público iliba juíza por filmagens nos tribunais

Juíza desembargadora Amélia Catarino presidia à Comarca de Lisboa à data da cedência dos espaços
Nuno Pinto Fernandes/Arquivo Global Imagens
Ex-presidente da Comarca de Lisboa está a ser investigada há mais de cinco anos. Amélia Catarino sempre negou ter recebido benefícios pessoais pela cedência dos espaços.
O Conselho Superior da Magistratura (CSM) desistiu de esperar pelo desfecho de um inquérito-crime do Ministério Público (MP) sobre a disponibilização dos Palácios de Justiça da Comarca de Lisboa para filmagens de produtoras privadas, há mais de cinco anos, e arquivou há dias o procedimento disciplinar que tinha desde então em curso contra a, à data, juíza-presidente da comarca, Amélia Catarino.
