
O artista converte pesadelos em "sonhos cuidadosos", extraindo a essência radiante de factos absurdos
Foto: DR
Artista plástico Carlos Carneiro expõe "Quando a cor entrou na família" na Fundação Gramaxo, na Maia, até 18 de fevereiro.
É como se, ao entrar na galeria da Fundação Gramaxo para ver "Quando a cor entrou na família", o espectador fosse imediatamente agredido por uma hiper-realidade que é, paradoxalmente, desprovida daquela ironia defensiva que costumamos usar como escudo. Carlos Carreiro, sob a curadoria de Maria de Fátima Lambert, apresenta-nos não apenas pinturas, mas algo que se designaria como "dispositivos de saturação semiótica".
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