
As biografias ganharam protagonismo
Foto: André Rolo
Portugueses aderiram finalmente a um género que há muito é dos mais dinâmicos nos principais mercados.
O que têm em comum o Papa Francisco, Angela Merkel, Mussolini, Michael Richards, Francisco Seixas da Costa ou Mário Soares? A resposta, para quem frequenta livrarias com regularidade, é muito simples: todas essas figuras inspiraram recentemente biografias ou livros de pendor memorialístico, engrossando sobremaneira a oferta editorial. De género marginal ou irrelevante, as biografias passaram, nos últimos anos, a ser um dos eixos estratégicos da estratégia das editoras portuguesas, à semelhança do que acontece em mercados como o anglo-saxónico, onde as biografias são um dos mais sólidos géneros literários.

