
Dino D'Santiago, no festival Paredes de Coura de 2025: "Nunca deixei de sonhar como um português, sei quais são as minhas raízes"
Foto: Leonel de Castro
Estreia literária do músico e ativista: "Cicatrizes" é a visão das margens do Portugal contemporâneo. "Foi um processo terapêutico", diz Dino D'Santiago ao JN.
Dino D"Santiago sabe os números: "Foram 80 madrugadas. A bebé acordava à uma, três e cinco da manhã. Nessas horas de insónia fiz mais de 70 desenhos e escrevi 200 textos. Selecionei 50 para assinalar os 50 anos da independência dos países africanos de língua portuguesa". A contabilidade remete para a estreia literária do cantor e ativista, que quis apaziguar-se com o passado em "Cicatrizes".
