
Filipa César (Porto, 1975) tem construído uma obra singular nas fronteiras entre cinema, artes visuais, pedagogia e práticas arquivísticas.
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Exposição "Meteorizações", no Museu de Arte Contemporânea do Porto, aborda arquivos de 15 anos na Guiné-Bissau e detalha políticas e práticas sociais do país a partir de Amílcar Cabral.
O ano expositivo em Serralves abre com um gesto de fôlego: "Meteorizações", a primeira grande exposição antológica de Filipa César, reúne no Museu de Arte Contemporânea do Porto um corpo de trabalho construído ao longo de 15 anos de investigação artística, política e coletiva. Patente de 16 de janeiro a 31 de maio de 2026, o projeto é apresentado em parceria com a Fundação EDP, mecenas da exposição.

