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Marco Paulo e uma iconografia sem par: os caracóis, a pose, o microfone a saltar
Leitura: 2 min

Marco Paulo em 1983
Foto: Álvaro Tavares/Arquivo
Marco Paulo morreu aos 79 anos, após uma longa batalha contra o cancro. Nome maior da canção portuguesa, colecionou êxitos durante mais de quatro décadas.
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Não havia nenhum artista vivo em Portugal com uma iconografia tão vincada como Marco Paulo: os caracóis, a pose esfíngica, a gestualidade da teatral mão no ar e aquele saltitante truque do microfone de mão para mão. Dizia que os seus grandes ídolos tinham sido, na infância, Joselito, o pequeno rouxinol de quem aprendeu a cantar “Campanera” na porta do cinema, e, mais tarde, António Calvário.
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