
Rui Leitão, investigador do INAC - Instituto Nacional de Artes do Circo
Foto: Artur Machado
O Circo Chen abriu portas pela última vez há três anos e, sem metas ou perspetivas para reabrir, deixa a sua marca indelével num extenso espólio que retrata quatro décadas e meia de história da arte circense em Portugal.
Parte dessa coleção Chen - figurinos, chapéus, fotografias, partituras, cartazes - está hoje numa sala de reuniões do Instituto Nacional de Artes do Circo (INAC), a cargo do RISCO - Centro de Investigação sobre as Artes do Circo, em Famalicão. Sem condições técnicas ou espaço suficiente para a dimensão que o tema exige, paira no ar uma ameaça: há património que se está a perder.

