
Em Portugal, "Melania" estreou no dia 5, em 25 salas, e nos três primeiros dias a média é o epítome da desvirtude: seis pessoas por sessão
Foto: Brendan Smialowski / AFP
Filme da primeira-dama dos EUA, Melania Trump, é um espetacular flop crítico e comercial. Custou 75 milhões de dólares e a média, em Portugal, é de seis pessoas por sessão em sala de cinema.
Atribuir zero estrelas a "Melania" não é uma crítica cinematográfica; é uma constatação matemática de ausência ontológica. O "documentário" não é um filme; é um buraco negro de entretenimento que suga a luz e a inteligência de quem se sente no cinema. Assistir a isto é como ver um glaciar de mármore numa passarela a derreter com lentidão geológica - é hipnótico na sua absoluta falta de pulso humano.
