
Paulo Flores: "Estes concertos vão ser uma homenagem às pessoas, olhos nos olhos, por tudo o que me deram".
Foto: Rita Chantre
Cantor e compositor angolano celebra 36 anos de carreira "com gratidão" e concerto esgotado na Casa da Música. "Não é só a música de Angola que cresce; muita da música portuguesa que se faz tem esse cunho africano", diz em entrevista ao JN.
Lenda viva da música angolana e embaixador mundial do semba, Paulo Flores regressa aos 53 anos à sala principal da Casa da Música, este sábado, para um concerto há muito esgotado. Atua depois a 5 de março no Coliseu de Lisboa (poucos bilhetes disponíveis). O mote é "Canções que fiz pra quem me ama", álbum de 2025 que assinala 36 anos de carreira e que é pretexto para revisitar clássicos numa celebração partilhada com o público.
