
Escultura "She changes", da artista norte-americana Janet Echelman, marca paisagem de Matosinhos e do Porto
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Especialistas de vários países defendem a importância da aposta na área cultural para a regeneração urbana.
E se a regeneração das cidades, tão reclamada por arquitetos, urbanistas ou políticos, tiver na arte a sua pedra de toque para a construção de comunidades mais participativas e sustentáveis? A tese defendida pelo movimento do "placemaking" surgiu nos Estados Unidos há décadas, mas só nos últimos anos ganhou tração entre nós, impulsionada pela necessidade de repensar cidades assoladas por flagelos como a gentrificação ou a especulação imobiliária.

