Podcast Set-up regressa com terceira temporada dedicada à dança contemporânea portuguesa

Paulo Ribeiro será um dos convidados da terceira temporada do Set Up
Foto: Pedro Correia
O podcast Set-up, projeto dedicado à dança contemporânea portuguesa, estreia a sua terceira temporada no próximo 18 de fevereiro, reforçando a sua missão de preservar memórias, estimular o pensamento crítico e dar visibilidade aos percursos de alguns dos mais relevantes criadores nacionais. A iniciativa é da Sekoia - Artes Performativas e continua a afirmar-se como uma plataforma singular de encontro entre artistas, público e comunidade académica.
O Set-up nasceu em 2023 com o propósito de construir um arquivo sonoro e visual centrado nas histórias de vida, nos processos criativos e nas trajetórias profissionais de várias gerações da dança contemporânea em Portugal, e está disponível no YouTube, Spotify e Apple Podcasts. Ao longo das duas temporadas já lançadas, o podcast conquistou um lugar no panorama cultural, promovendo o diálogo intergeracional e contribuindo para uma maior compreensão da diversidade de linguagens que atravessam este campo artístico.
A nova temporada aprofunda esse caminho e reúne onze convidados cujas práticas têm marcado de forma expressiva a dança contemporânea portuguesa: Ângela Guerreiro, Aurora Pinho, Diana Niepce, Flávio Rodrigues, Henrique Furtado, Inês Campos, Marta Cerqueira, Né Barros, Paulo Ribeiro, São Castro e Teresa Silva. O conjunto reflete uma pluralidade de visões estéticas, percursos e experiências, oferecendo um retrato abrangente da vitalidade do setor.
À semelhança das edições anteriores, as conversas são conduzidas por Ana Rocha, em entrevistas de tom próximo e reflexivo que convidam o público a conhecer o lado humano e artístico dos criadores. Os episódios estarão acessíveis em formato áudio e vídeo, contando ainda com tradução para inglês e interpretação em Língua Gestual Portuguesa, uma aposta clara na acessibilidade e na internacionalização do projeto.
Com esta terceira temporada, o Set-up consolida-se como um espaço de memória viva e partilha crítica, contribuindo para documentar e valorizar o património imaterial da dança contemporânea em Portugal e aproximando criadores e comunidades em torno de uma arte em permanente transformação.

