
Clássico terminou com um empate
Foto: Mário Vasa
Paulo Pereira, antigo árbitro de futebol, considera que João Pinheiro geriu emoções e, salvo um ou outro lapso, não influenciou o resultado entre Benfica e F. C. Porto. Bancos com comportamentos dispensáveis.
O duelo entre Benfica e F. C. Porto, no Estádio da Luz, terminou com um empate a duas bolas e deixou tudo em aberto na luta pelo título. Paulo Pereira, antigo árbitro de futebol, fez a análise a alguns dos lances mais polémicos de um clássico quente.
13 m
Falta de Gabri perdoada
Gabri Veiga atinge Rafa num lance junto à área do F. C. Porto. O árbitro não assinala infração, mas seria livre frontal a favor do Benfica.
36 m
Amarelo a Otamendi
Derrube a Pietuszewski sem sombra de dúvidas e cartão amarelo exibido, naturalmente.
45+4 m
Diogo bem amarelado
Diogo Costa estica a corda e vê cartão amarelo por retardar reposição de bola. Não é comum o guarda-redes ser advertido ainda na primeira parte, mas foi justificado.
55 m
Varela escapa a cartão
Faltas sucessivas sobre Rafa, castigado pelo jogador do F. C. Porto, que devia ter sido admoestado.
90+6 m
Penálti inexistente
Tanto Diogo Costa como Pavlidis tentam chegar à bola. O contacto é normal. Não há falta.

