
Internacional brasileiro continua detido, por suspeitas de violação a uma mulher, em dezembro de 2022
Pau BARRENA / AFP
Ex-mulher do internacional brasileiro não acredita na inocência do futebolista, que continua detido por suspeitas de violação de uma mulher numa casa de banho de uma discoteca.
Dinorah Santana, ex-mulher de Dani Alves, anunciou que não ajudará mais o internacional brasileiro, que continua detido em Barcelona por suspeitas de violação de uma mulher numa casa de banho de uma discoteca, a 30 de dezembro de 2022.
"Para mim não existe, está morto. Semprei baixei a cabeça, nunca causei polémicas, nunca fiz escândalos...", começou por desabafar, numa entrevista ao programa "Cuatro al día".
Na sequência da detenção do lateral direito, a ex-parceira mudou-se com os filhos menores de idade para Barcelona, numa tática pensada pela defesa do jogador para tentar convencer a juiz a libertá-lo, provisoriamente, com base na falta de risco de fuga do país.
Nesse sentido, Santana revelou que tudo o que fez e disse, desde o início do escândalo, foram a mando de Dani Alves, acusando-o de a ter utilizado a seu favor.
"Tudo o que tenho dito, e tenho aqui as mensagens de WhatsApp, foi orientado em relação ao que tinha de dizer. [Pediam-lhe:] 'Olha, quando chegares ao aeroporto vais ter lá a imprensa e vais dizer isto... Quando saíres da prisão, vais dizer isto e isto... Ninguém me pressionou, mas fi-lo para ajudar o pai dos meus filhos. Ele usou-me enquanto lhe deu jeito", lamentou.
"Pediram-nos que nos mudássemos e nós íamos mudar-nos. Estivemos na prisão e, logo a seguir, negaram-lhe [a liberdade condicional] e ele desapareceu. Foi apenas isso", explicou, antes de salientar que os filhos têm atravessado uma situação "muito desagradável" devido à acusação do ex-marido. "Quero que ele desapareça da minha vida", concluiu.

