
Caos reinou na final das Nações Africanas
Foto: Jalal Morchidi/EPA
Leões são bicampeões africanos, depois de Brahim desperdiçar penálti aos... 90+24 minutos. Encontro decisivo teve vários tumultos.
No último lance do tempo regulamentar, aos 90+24 minutos, e depois de uma longa espera na sequência de decisões arbitrais controversas e marcada por um recolher parcial da seleção senegalesa ao balneário como sinal de revolta para com o árbitro Jean Ndala, Brahim Díaz cobrou o penálti à "Panenka" que saiu à figura de Mendy e, em vez de ficar como herói, vai ter de carregar o fardo de não dar a Marrocos o primeiro título desde 1976. O herói, afinal, seria Papa Gueye e em Rabat foi o Senegal a fazer a festa, conquistando o trono africano pela segunda vez depois da vitória na edição de 2021.
