Fora de jogo semiautomático na Liga portuguesa custa cinco milhões de euros

O sistema SAOT funciona com um conjunto de 10 a 12 câmaras de alta frequência instaladas no estádio
Foto: Stefano Relladini/AFP
Federação Portuguesa de Futebol estuda nova tecnologia já implementada em Inglaterra e Espanha.
A época chegou a meio e já se vislumbram alterações na arbitragem em Portugal. À boleia de um artigo de opinião recente de Pedro Proença, presidente da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), os lances de fora de jogo deverão ficar mais simples de resolver, ao ser apontada à aquisição do sistema de fora-de-jogo semiautomático para limitar os erros de análise de árbitros e VAR e procurar esvaziar as polémicas associadas. "A arbitragem portuguesa continuará a acompanhar, e sempre que possível a liderar, a evolução tecnológica (como aconteceu recentemente com a introdução das Refcam) que se regista na arbitragem mundial, em busca de cada vez maior verdade desportiva. O novo sistema SAOT (Semi-Automated Offside Technology) é uma dessas evoluções e a Direção da FPF está disponível para estudar a sua implementação em 2026", escreveu Pedro Proença, revelando que "o Conselho de Arbitragem está já a preparar o primeiro grande plano nacional de arbitragem, numa visão mais abrangente para o desenvolvimento da arbitragem portuguesa".
