
Tigst Assefa pulverizou o recorde feminino da maratona, ao vencer em Berlim em 2:11.53 horas
Tobias SCHWARZ / AFP
Há novas tecnologias, “super sapatilhas”, novos treinos e abordagens às corridas e a implementação de um passaporte biológico
O ano de 2023 promete ficar nos anais da maratona como um marco, depois de Kelvin Kiptum ter estabelecido um novo recorde, no passado dia 8 de outubro, em Chicago, que o deixou a 35 segundos de baixar das duas horas para percorrer os 42.195m desta especialidade. Do mesmo modo, no feminino, Tigst Assefa correu a distância numas incríveis 2 horas 11 minutos e 53 segundos, no passado mês de setembro, em Berlim, dando um verdadeiro “esticão” nos tempos até aqui registados, se considerarmos que o recorde da britânica Paula Radcliffe, de 2:15:25, esteve 16 anos sem ser batido e que desde esse recorde estabelecido em 2003, só mais três atletas conseguiram ultrapassar essa fasquia.
