
Apenas se Salvio aceitar reduzir o salário anual - 2,5 milhões de euros brutos -, haverá condições para uma eventual negociação com o Atlético de Madrid. A premissa insere-se no plano de "sacrifício" sugerido por Luís Filipe Vieira para encarar a operação.
O extremo Salvio é desejado na Luz, mas, desde início, o vencimento do atleta constitui uma barreira inibidora das pretensões dos dirigentes no sentido de ponderarem a continuidade.
Os 2,5 milhões de euros anuais, valor correspondente a 20% do passe - modelo já utilizado no negócio de José António Reyes -, eram considerados demasiado elevados para a realidade benfiquista, principalmente num ano em que a sociedade gestora do futebol aposta numa clara minimização dos custos fixos, nos quais se incluiu a folha salarial do plantel.
Leia mais na versão e-paper ou na edição impressa.
