
Pavlidis, avançado do Benfica
Foto: Patrícia de Melo Moreira/AFP
Pavlidis, goleador do Benfica, falou do regresso de alguns colegas, anteviu um jogo diferente do da fase de liga contra o Real Madrid e deixou elogios a Anísio, assim como ao golo de Trubin. "Talvez o golo mais importante da carreira dele. Celebrei mais o golo dele do que o meu".
Na antevisão do duelo de terça-feira frente ao Real Madrid, Vangelis Pavlidis começou por olhar para o regresso de Dedic, Aursnes, Ríos e Bah.
"É muito bom termos todos os jogadores de volta. Cabe ao treinador decidir quem vai jogar. Vamos dar o nosso melhor para termos o melhor resultado para a equipa", mencionou o goleador grego, antes de ser desafiado a focar em Mbappé.
"Os golos não se marcam sozinhos. Claro que Mbappé finaliza, porque é um grande jogador, mas tem muitos jogadores a ajudá-lo. Não pode jogar sozinho. As pessoas estão muito focadas nas estatísticas, mas os outros jogadores também fazem um trabalho muito bom", atirou.
O avançado grego elogiou Rafa e comentou o surgimento de uma jovem estrela com golos decisivos. "O Anísio é um talento de topo. Já mostrou o que pode fazer, mas tem de continuar a trabalhar, a ser humilde, e será um grande jogador"
Quanto ao golo de Trubin, esse tem o selo de épico. "Foi um golo fantástico. Viram a reação dos jogadores, dos adeptos. Talvez o golo mais importante da carreira dela. Fiquei muito feliz por ele. Celebrei mais o golo dele do que o meu".
Já Courtois também acabou por ser tema de conversa. "Não sei é o melhor neste momento, mas está no top 3. Por isso é que joga no Real Madrid. Se olharmos para a sua carreira, lembro-me de uma final da Liga dos Campeões. Esteve perto de defender o meu penálti e é muito difícil jogar contra ele. É muito grande e a baliza parece pequena diante dele", disse, antes de analisar o próximo jogo frente ao Real Madrid.
"Penso que será um jogo completamente diferente. Agora é o playoff. Se ganhas, segues em frente, se perdes vais para casa. Estamos focados no jogo, quer joguem com três ou quatro médios, sabemos que será diferente para nós. Mas sabemos o que temos de fazer e contornar esses problemas", considerou.

