
Pedro Proença, presidente da FPF
Foto: António Pedro Santos / Lusa
Pedro Proença e a restante direção cumprem, esta terça-feira, 365 dias de mandato na Federação Portuguesa de Futebol (FPF). Numa mensagem publicada na página oficial do organismo, o líder federativo assinalou a data, recordou o trabalho intenso ao longo deste percurso, marcado por celebrações, mas também lágrimas.
"Cumpre-se hoje um ano de mandato da Direção da Federação Portuguesa de Futebol. Um ano de trabalho intenso, com grandes vitórias e muitos desafios, mas também com momentos que nos fizeram crescer, como as partidas de Diogo Jota, André Silva e Jorge Costa, que jamais esqueceremos", recordou.
Pedro Proença recorda também o sucesso das várias seleções das quinas. "Para a história ficarão os cinco títulos internacionais em sete finais alcançadas, sucessos das Seleções Nacionais no Futebol, Futsal, Futebol de Praia, masculino e feminino", salienta, deixando uma palavra para o suor derramado para chegar a estas glórias.
"Os triunfos não chegaram por acaso. São reflexo de um processo de trabalho pensado e sustentado, que aproveita da melhor forma o trabalho dos Clubes, Associações Distritais e Regionais, Associações de Classe e Futebol Profissional, que, em conjunto com a Direção Técnica Nacional, resulta numa nova Cultura de Vitória. Hoje, onde quer que Portugal jogue, joga para vencer, para ser o número um, para levantar troféus".
O dirigente dá conta, ainda, que também fora do campo foram feitos progressos. "A FPF tem hoje um novo ecossistema empresarial, com um novo modelo de governação e de maior proximidade aos sócios ordinários. A realização do Portugal Football Summit, maior cimeira sobre Futebol do mundo, reforçou o estatuto internacional do País, o Congresso do Futebol Português apontou novos caminhos para o futuro, pensados, verdadeiramente, de forma conjunta e agregadora. Foi um ano histórico!", afirmou.
Por fim, o líder máximo da FPF olhou para o futuro. "Os desafios estão identificados, seja o novo modelo de financiamento do Futebol, uma indústria mais competitiva e sustentável ou a criação da Universidade do Futebol. E a manutenção de uma Cultura de Vitória. Sem arrogância, mas com enorme sentido de responsabilidade e ambição. Habituem-se, porque vamos continuar a ganhar!", finalizou.

