
Nuno Borges fez história ao chegar aos oitavos de final do Open da Austrália
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Nas últimas épocas, o número de licenças, clubes e praticantes de ténis tem vindo a crescer em Portugal. Trabalho no Centro de Alto Rendimento do Jamor também tem sido importante na afirmação do ténis. Conheça ainda seis jovens portugueses promissores na modalidade.
“Sinto que pertencia ali”. A frase é de Nuno Borges e foi dita esta semana pelo tenista da Maia, à chegada da Austrália, onde atingiu os oitavos de final do primeiro torneio do Grand Slam de 2024, feito inédito para um português. A proeza no Open australiano vai valer a Borges, já a partir de depois de amanhã, a subida ao 47.ººlugar do ranking ATP, o melhor de sempre para o maiato, e espelha o crescimento que o ténis português tem tido recentemente, ao nível de jogadores filiados (27 575) – mais 8897 do que em 2017/18 –, de clubes (283) que acolhem a modalidade e de licenças (28 733) para a respetiva prática (ver infografia). Isto depois de um período em que não houve sequência à época de ouro de João Sousa, em meados da década passada.

