
Jakub Kiwior chegou no verão proveniente do Arsenal
Foto: Miguel Pereira
Jakub Kiwior, central do F. C. Porto, concedeu uma entrevista aos meios do clube com o compatriota Jan Bednarek, na qual confidenciou que se consegue ver futebol por toda a cidade do Porto. "Vês os adeptos com as bandeiras penduradas, nos prédios, nas varandas, em vários lugares", afirmou.
Numa entrevista no Palácio do Freixo, no Porto, à margem do Dia da Independência Nacional da Polónia, que se celebra nesta terça-feira, Jakub Kiwior começou por falar sobre as primeiras impressões que reteve da cidade.
"O tempo que passei aqui, até ao momento, foi muito agradável. Tanto no Clube, como fora dele. As paisagens aqui são realmente fantásticas. Já tive a oportunidade de jantar com a minha esposa perto da ponte Luís I e o sítio é mesmo muito agradável", começou por dizer, antes de abordar a estreia no Estádio do Dragão.
"Já tínhamos tido a oportunidade de jogar aqui antes, na Liga das Nações, e já naquela altura sentia-se um ambiente agradável. Contudo, o meu primeiro jogo contra o Nacional vai ficar na memória. A atmosfera também era muito boa e ajudou-me imenso a entrar no ritmo da partida. Isso e o ambiente que os adeptos criam antes do jogo, seja na receção ao autocarro, ou quando vamos a caminho do estádio. Sinto a alegria das pessoas que vão ao jogo para nos apoiar, quando estão nas varandas com os cachecóis a acenar para nós", referiu.
O defesa central, acompanhado do compatriota Bednarek, definiu ainda o que representa o F. C. Porto. "Qualidade. Mesmo quando estás na cidade a passear e a visitar, consegues ver futebol em todo o lado. Vês os adeptos com as bandeiras penduradas, nos prédios, nas varandas, em vários lugares. Por exemplo, quando andava a passear junto da Ponte Luís I, percebi logo que estavam lá adeptos do F. C. Porto. Vi a presença de adeptos em todo o lado. A presença do futebol sente-se em todo o lado. Também é agradável que todos aqui têm um único objetivo e que todos sabem que, em cada jogo, a ideia é a mesma: ganhar. Isso sente-se aqui, pois não são só os jogadores, mas também os adeptos e outras pessoas partilham o mesmo pensamento: vencer", atirou.
Já em termos gastronómicos, o central polaco revelou que "é complicado", mas deixou elogios ao pastel de nata: "É um doce muito bom". "É difícil, para mim, experimentar comidas novas. No entanto, estivemos juntos num restaurante e comemos bastante bem. O tempo que passei aqui, até ao momento, foi muito agradável. Tanto no clube, como fora dele", explicou.

