"The New York Times"

Benfica justifica lapso com erro de tradução

Benfica justifica lapso com erro de tradução

A existência de duas versões da resposta do clube ao "The New York Times", em que se considera que Paulo Gonçalves não "era funcionário" e depois "administrador", gerou, esta quinta-feira, alguma polémica nas redes sociais.

"Pensava que já tinham atingido o cúmulo do ridículo - ingenuidade minha, confesso. Eis que as respostas enviadas ontem ao The New York Times e publicadas hoje, às 13 horas, no Expresso, foram entretanto editadas e substituídas por uma versão "melhorada" !! São vigaristas desde 1908", escreveu Pedro Bragança, conhecido adepto do Futebol Clube do Porto na sua conta da rede social Twitter. Uma reação que motivou comentários críticos de outros seguidores.

Os encarnados publicaram, no seu site, um conjunto de respostas que enviaram àquela publicação que realizou um artigo sobre o peso e influência do clube em Portugal.

Já depois de o texto ter sido publicado, os benfiquistas divulgaram uma segunda versão para corrigir uma parte relativa a Paulo Gonçalves - antigo consultor jurídico - que surgira como "não era funcionário do clube" em vez de "não era administrador da SAD".

Fonte oficial do clube justificou, ao JN, que o lapso se deveu ao facto de a resposta enviada ao jornal, em inglês, não ter sido corretamente traduzida pelo autor do texto, na internet, nomeadamente a utilização do termo "officer". Facto que motivou a correção.