F. C. Porto - Famalicão

Campeão respira no fim e ganha ar para o clássico

Campeão respira no fim e ganha ar para o clássico

F. C. Porto volta às vitórias (3-2), põe pressão no Sporting e segura os quatro pontos de vantagem sobre o Benfica antes de ir à Luz. Famalicão deu luta, mas continua aflito.

Depois da tempestade de Moreira de Cónegos, a bonança de uma vitória para o F. C. Porto. Não foi brilhante, mas foi uma vitória (3-2), que deixa os dragões ainda a estrebuchar na luta pelo título, à espera de ver o que o Sporting vai fazer nesta jornada. Quanto à corrida pelo segundo lugar, na antecâmara do clássico na Luz, os portistas mantiveram os quatro pontos de avanço sobre o Benfica.

Sérgio Conceição, castigado, viu o jogo num camarote do Dragão, de onde terá constatado o acerto de algumas mudanças que fez no onze, sobretudo no meio-campo (Grujic rendeu Sérgio Oliveira e fez uma boa exibição), mas também a estreia discreta a titular do filho Francisco, que saiu ao intervalo. Apesar de estar embrenhado na fuga à descida, o Famalicão manteve o estilo, a abordagem positiva ao jogo e não foi por muito que o técnico Ivo Vieira não levou pontos da Invicta.

O F. C. Porto marcou cedo, logo aos oito minutos, numa boa triangulação entre Corona, Taremi e Toni Martínez, que confirmou o bom momento das últimas semanas e justificou a titularidade no lugar de Marega, num golo de belo efeito. Os fantasmas do empate com o Moreirense pareciam dissipar-se para os portistas, que deixaram correr a partida, mas não contavam com um magnífico livre direto de Ivo Rodrigues, à beira do intervalo, para o 1-1. Formado no Olival, o atacante do Famalicão festejou o feito de forma muito contida.

Com Díaz no lugar de Conceição, o F. C. Porto veio com mais sentido de urgência para a segunda parte. O perigo passou a rondar a área famalicense com frequência e o 2-1 surgiu mesmo, num penálti que Taremi conquistou, antecipando-se a Diogo Queirós, e transformou. A um quarto de hora do fim, o primeiro golo de Grujic de azul e branco, numa bola parada eficaz, teve ares de definitivo, mas os descontos ainda trouxeram um sufoco final ao F. C. Porto.

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O Famalicão acreditou no empate depois de Anderson reduzir e os últimos segundos foram de sofrimento na área portista, mas já sem consequências no desfecho.

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