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Violência

Duplicou o número de adeptos proibidos de entrar em estádios

Duplicou o número de adeptos proibidos de entrar em estádios

Número quase duplicou em relação ao último verão. Liga e Governo reunidos esta segunda-feira para tentar parar violência.

Cadeiras arremessadas, petardos, tochas, desacatos fora e dentro do estádio. Ou um dia normal no escritório do futebol português. O cenário, por vezes, já nem é notícia, tamanha a frequência, e é no sentido de erradicar esses comportamentos, que em muito penalizam os clubes, carregados de multas, e quem gosta de bola, que Pedro Proença, presidente da Liga, reúne esta segunda-feira com o ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita. Quando o futebol está a ferro e fogo, neste momento há mais de 60 adeptos impedidos de entrar em recintos desportivos, segundo dados a que o JN teve acesso.

Os incidentes nos clássicos de Alvalade, Sporting-F. C. Porto e Sporting-Benfica, da 15.ª e 17.ª jornada, respetivamente, e também em Guimarães no Vitória-Benfica, para além da detenção de dois adeptos vimaranenses, por invasão no recinto do jogo, na meia-final da Taça da Liga entre Vitória e F. C. Porto, em Braga, voltaram a colocar a segurança na agenda do dia. Após o dérbi de Alvalade, que chegou a estar interrompido cinco minutos, devido ao arremesso de tochas, Proença solicitou uma reunião urgente com o Governo, com o intuito de apresentar propostas que reduzam os incidentes, através da deteção dos objetos à entrada dos recintos e da expulsão dos adeptos prevaricadores.

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