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Portas fechadas em Gondomar com sensação de dever cumprido

Portas fechadas em Gondomar com sensação de dever cumprido
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A Cidade Europeia do Desporto encerrou portas em Gondomar no passado sábado à noite numa gala cheia de brilho. Findo o ciclo, é hora de traduzir em números o trabalho desenvolvido pela Câmara Municipal.

Ao longo de 337 dias, com a ajuda das 124 associações do concelho, realizam-se 391 eventos, num total de 53 modalidades, que envolveram mais de 78400 atletas, federados e não federados, portugueses e estrangeiros, desde os mais novos aos mais velhos.

"A missão foi cumprida e as expectativas claramente superadas. Isso prova-se pelo número de eventos e de participantes que tivemos e pela forma todo o território de Gondomar sentiu este de 2017", salientou Marco Martins, presidente da edilidade ao JN, anotando que "não só todas as coletividades, dirigentes e atletas, mas também todo o concelho ficou mais capacitado e sensibilizado".

Para o autarca o sucesso maior da iniciativa reside na quantidade de pessoas que passaram fazer da atividade física um hábito. "Mais do que os federados e os atletas que praticam desporto de competição, conseguimos aumentar o número de pessoas que de uma forma amadora, mais ou menos organizada, individualmente ou em grupo, fazem corridas, caminhadas, passeios pelas serras e outras atividades físicas", avança Marco Martins.

Embora tenha recebido vários eventos de cariz nacional (64) e internacional (25), para o presidente da câmara há dois momentos a registar. "A entrega da Bandeira de Prata em Bruxelas e a cerimónia de abertura, que marcou todo o evento e todo o ano", finaliza Marco Martins.