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Benfica campeão dos empréstimos sem jogar

Benfica campeão dos empréstimos sem jogar

Na última década, os três grandes contrataram quase meia centena de jogadores que depois nunca utilizaram.

A lista relativa à última década tem quase meia centena de futebolistas, mas continua a crescer: Jhonder Cádiz, avançado venezuelano que se transferiu, neste verão, do Vitória de Setúbal para o Benfica, por três milhões de euros, vai ser cedido em breve à Belenenses SAD sem ter jogado pelas águias.

Cádiz é o último exemplo de um jogador contratado por um dos três grandes que depois não chega a estrear-se pela equipa principal, sendo que, aqui, só o futuro dirá se terá lugar um dia no Benfica ou se será mais um a acumular cedências até sair de vez.
De resto, o Benfica é, de longe, a sociedade que mais acumula casos destes. Uma situação que motivou, esta semana, a saída de cena do Braga na corrida à contratação do brasileiro Schettine, avançado do Santa Clara que também esteve nos planos dos benfiquistas, mas para inicialmente ficar mais uma época no emblema dos Açores e só depois ir para a Luz.