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GP JN retoma pedalada em prova histórica e exigente

GP JN retoma pedalada em prova histórica e exigente

Corrida regressa às estradas do Norte do país para celebrar a 30.ª edição com as melhores equipas nacionais a serem desafiadas num duro trajeto.

Depois de um ano de interregno pelas contingências da pandemia de covid-19, o Grande Prémio de ciclismo Jornal de Notícias regressa às estradas do Norte do país, e com pedalada renovada, para honrar os seus pergaminhos e cumprir a histórica 30.ª edição. Desta vez com um novo posicionamento no calendário, a prova decorre entre 31 de agosto e 5 de setembro, aproveitando o recente embalo desportivo e emocional da Volta a Portugal e capitalizando o ânimo do que resta do verão em dezenas de localidades e povoações.

Com um pelotão composto por 19 equipas - 18 nacionais, de elite e de clube, e uma espanhola -, estarão mais de 130 ciclistas na linha de partida, em Gondomar, para enfrentar um percurso intenso e de considerável nível de exigência, com quase 680 quilómetros, divididos por um prólogo e seis etapas, até à derradeira meta, em Viana do Castelo.

Reconhecida por todos como uma das mais importantes provas do calendário velocipédico nacional, prevê-se uma dura batalha pelos êxitos nas etapas e pela vitória final, estando as equipas a preparar os seus maiores trunfos para encontrarem o sucessor de Ricardo Mestre (W52/F. C. Porto), vencedor em 2019, que confirmou a hegemonia dos dragões desde que o GP JN foi reatado, em 2015. Para isso, consistência será a palavra-chave entre os que ambicionam o sucesso, pois pela forma como as tiradas estão desenhadas qualquer deslize diário poderá ser fatal. Logo na ronda inaugural, um prólogo matinal em Gondomar, seguido de um percurso até Vila Nova de Gaia, já causará diferenças, que serão acentudas no dia seguinte, com a primeira dose de montanha, na ligação entre o Porto e Ovar.

A 2 de setembro há uma decisiva cronoescalada, em Santo Tirso, que fará a seleção dos mais fortes, a qual voltará a ser posta à prova na etapa seguinte, na incursão por Trás-os-Montes, com Vila Real a ser ponto de partida e chegada de uma jornada rompe-pernas. As dificuldades continuam nos dois últimos dias, na etapa Valongo-Valongo e na ligação final, a mais longa (178,5 quilómetros), entre Vila Nova de Gaia e Viana do Castelo, que consagrará os mais resistentes.

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