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Insultos racistas a Marega ficam sem culpados

Insultos racistas a Marega ficam sem culpados

O Tribunal de Guimarães determinou a suspensão provisória do processo para os três últimos arguidos da investigação ao caso Marega. Um quarto arguido já tinha visto o processo suspenso no ano passado. O mais marcante caso de racismo no futebol português termina, assim, sem condenações, nem sequer acusações.

O despacho de 13 de setembro do Tribunal de Guimarães determinou que o processo contra os três últimos arguidos do caso Marega fosse suspenso provisoriamente durante 12 meses, obrigando-se os arguidos a entregar ao Estado, no prazo de três meses, mil euros. Além disso, ficam proibidos de aceder a recintos desportivos durante um ano, têm de se apresentar na polícia sempre que o Vitória jogar, e obrigam-se a pedir desculpa ao jogador Moussa Marega e ao clube vitoriano, através do jornal "Desportivo de Guimarães".

O texto de desculpas, intitulado "Caso Marega", ainda não foi publicado. Embora o texto ainda não tenha sido publicado, o JN sabe que os arguidos admitem ali que "vaiaram e insultaram o jogador da equipa visitante", mas sem deixar plasmada qualquer admissão de culpa relativa a comportamentos racistas.

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