Grécia

Olympiacos respeita "presunção de inocência" de Rúben Semedo, acusado de violar menor

Olympiacos respeita "presunção de inocência" de Rúben Semedo, acusado de violar menor

O Olympiacos, clube no qual atua o português Rúben Semedo, esta segunda-feira detido pelas autoridades gregas por suspeita de violação de uma jovem menor, refere que respeita a "presunção de inocência" e que vai aguardar pela decisão judicial.

"O Olympiacos respeita plena e incondicionalmente a presunção de inocência de um réu, o que inclui também o direito de responder a qualquer acusação. Por conseguinte, aguardaremos uma decisão a ser tomada sob independência judicial", refere o clube em comunicado.

A equipa grega, orientada pelo treinador português Pedro Martins, acrescenta que enquanto "decorrer a investigação criminal sobre o futebolista Rúben Semedo" não irá fazer mais nenhum comentário sobre o caso.

O internacional português Rúben Semedo foi hoje detido pelas autoridades gregas por suspeita de violação de uma jovem menor, com o seu advogado a negar a acusação.

O internacional português, de 27 anos, foi detido na sua residência em Glyfada, nos arredores de Atenas, depois de a jovem, de 17 anos, ter apresentado queixa junto das autoridades por alegada violação.

O advogado do defesa-central, Stavros Georgopoulos, negou que tenha ocorrido qualquer crime.

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"O meu cliente nega a acusação", disse o advogado aos meios de comunicação locais, segundo a agência EFE, acrescentando que o seu cliente acreditava que a rapariga tinha 19 anos e que irá apresentar provas de que as acusações são infundadas.

Em comunicado, a polícia helénica confirmou a detenção de um "cidadão estrangeiro acusado de violar um menor", que foi efetuada por elementos da Subdirecção de Proteção de Menores de Ática, revelando ainda que um outro cidadão, também estrangeiro, está acusado do mesmo delito, sem revelar o nome dos envolvidos.

Semedo volta a ter problemas com a justiça, depois de em 2018, quando estava ligado ao Villarreal, ter sido condenado a uma pena de cinco anos em Espanha, suspensa na sua execução em oito anos, por sequestro, agressão e ameaça com arma, ficando proibido de entrar no país.

Por causa desse caso, o central português esteve preso durante 142 dias.

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