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Pavard conduziu Bayern ao topo do Mundo

Pavard conduziu Bayern ao topo do Mundo

Um golo do francês Benjamin Pavard bastou para o Bayern Munique ganhar aos mexicanos do Tigres (1-0) e conquistar o Mundial de clubes de 2020, alcançando, com meses de atraso, o "sextete", em Al Rayyan, no Qatar.

A covid-19 impediu os bávaros de chegar ao sexto título no ano passado, mas esta quinta-feira, na final do 17.º Mundial, o gaulês selou, aos 59 minutos, esse feito, após Liga dos Campeões, Supertaça Europeia e as três provas alemãs (campeonato, Taça e Supertaça).

Os mexicanos, primeiro conjunto da CONCACAF a atingir a final, à custa do Palmeiras, do português Abel Ferreira, foram incómodos, mas, verdadeiramente, não tiveram nenhuma grande oportunidade para bater Manuel Neuer.

A formação germânica só marcou um golo - antes tinha conseguido outro, anulado pelo VAR -, mas criou mais e melhores ocasiões, nomeadamente duas bolas nos ferros, teve mais tempo a bola e venceu com justiça, confirmando o favoritismo.

O Bayern completou, assim, o sextete de 2020, repetiu o título mundial de 2013, ao qual junta duas edições da Taça Intercontinental (1976 e 2001), e selou a oitava vitória consecutiva da Europa.

O português Tiago Dantas, jogador emprestado pelo Benfica, não chegou a entrar, mas, como foi suplente, também terá uma medalha de campeão do Mundo.

O conjunto germânico assumiu o comando desde o início e começou cedo a construir ocasiões para inaugurar o marcador, mas Coman atirou à figura de Guzmán, aos cinco minutos, e Lewandowski, isolado por Alaba, falhou o remate, aos seis.

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A insistência dos alemães quase deu frutos aos 18 minutos, num 'tiro' rasteiro de fora da área de Kimmich, que fez a bola entrar junto ao poste direito. O golo acabou, porém, por não contar, já que o árbitro, alertado pelo VAR, considerou que Lewandowski, em posição irregular, incomodou Guzmán. Mais do que discutível.

Os campeões da Europa voltaram ao ataque, numa jogada de Davies, que acabou num corte 'milagroso' de Salcedo, aos 24 minutos, e num remate forte de Coman, aos 25, para, já com o jogo muito "morno", Sané fazer a bola raspar no poste direito, na sequência de um canto marcado rapidamente, aos 34.

No início da segunda parte, o Bayern continuou à procura do golo e, depois de ameaças de Sané (48 minutos) e Gnabry (51), chegou mesmo à vantagem, aos 59: Kimmich colocou na área, Lewandowski, em posição legal, saltou com o guarda-redes e a bola sobrou para Pavard, que atirou para a baliza deserta.

Em vantagem, os alemães continuaram a controlar as operações e foram em busca do segundo tento, que Tolisso teve na cabeça (70 minutos) e Alaba no pé esquerdo (73).

Aos 73 minutos, Hansi Flick trocou o trio atacante, colocando Musiala, Choupo-Moting e Douglas Costa nos lugares de Sané, Lewandowski e Coman, e o Bayern 'espevitou' ainda mais o jogo e ameaçou várias vezes o segundo tento.

Tolisso, com um remate ao poste direito, aos 81 minutos, teve a melhor oportunidade, enquanto, do outro lado, André-Pierre Gignac assustou num movimento acrobático em que não conseguiu atingir a bola, aos 83.

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