Gondomar

Portugal vence a Hungria e está na final do Europeu de futsal feminino

Portugal vence a Hungria e está na final do Europeu de futsal feminino

A seleção nacional venceu (6-0), esta sexta-feira, a Hungria e garantiu um lugar na final do Campeonato da Europa. Pisko, Carolina Pedreira, Fifó, Cátia Morgado, Maria Pereira e Folk, na própria baliza, marcaram os golos do encontro.

Com casa cheia em Gondomar - entre os 2500 presentes nas bancadas estiveram o selecionador nacional Jorge Braz e o capitão da seleção masculina João Matos - Portugal confirmou o favoritismo e garantiu um final do Europeu, depois de dominar e vencer a Hungria.

Só custou abrir o marcador. A equipa das quinas entrou a dominar - só Carla Vanessa fez cinco remates no início do encontro - mas seria Pisko a desfazer o empate, aos 12 minutos. Com um remate de primeira, Carolina Pedreira ampliou a vantagem e Fifó deixou a equipa das quinas a ganhar 3-0 ao intervalo.

A Hungria nunca ameaçou a baliza portuguesa e ainda ampliou a desvantagem, com Folk a marcar na própria baliza no arranque da segunda parte. Cátia Morgado, com um remate de fora da área, e Maria Pereira, servida por Carolina Pedreira, fecharam a contagem.

Na final agendada para domingo, Portugal vai encontrar a Espanha, campeã em título, numa reedição da final de 2019. A "La Roja" goleou a Ucrânia por 9-0 com golos de Mayte (1 minuto), Luci (8 e 28), Irene Cordobá (18), Peque (19), Ale de Paz (28), Maria Sanz (31), Amelia Romero (32) e Irene Samper (38).

"Final de 2019 Espanha? Do passado vivem os museus"

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"Temos de valorizar a vitória. Sempre disse que era um passo de cada vez. Temos de valorizar esta vitória, frente a um adversário que se fecha muito. Fomos fazendo golos e acreditando. Fizemos coisas bastantes positivas, já não sofremos golos há três jogos e no futsal é sempre importante", começou por dizer o selecionador nacional, salientando que a equipa das quinas teve de ter "paciência".

"Somos cada vez mais fortes e as outras equipas têm por hábito defender mais baixo. Temos de trabalhar muito o ataque organizado. Temos de ter paciência e acreditar. Este jogo nada tem a ver com o que se vai passar no domingo. Vai ser outro tipo de exigência e outra abordagem. E espero que no final a vitória nos sorria. Final de 2019 com a Espanha de 2019 pode influenciar? Do passado vivem os museus. A nossa atitude competitiva e mental vai fazer a diferença", concluiu Luís Conceição.

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