V. Guimarães-Boavista

Retoma garantida e com direito a reviravolta

Retoma garantida e com direito a reviravolta

O Vitória de Guimarães colocou um travão na série de cinco jogos consecutivos sem vencer, após derrotar o Boavista, na abertura da 21.ª jornada da Liga. O triunfo foi ao encontro da equipa que mais procurou ser feliz e que teve direito a festejar uma reviravolta.

Os minhotos entraram melhor no jogo, mas os axadrezados souberam aguentar o ímpeto inicial e, contra a corrente, chegaram à vantagem. Na sequência de um canto, Mangas apareceu solto e não teve dificuldades para abrir o marcador. O golo não intranquilizou os locais, mas Léo Jardim, com uma noite para recordar, travou com muita qualidade os remates de Estupiñan e Edwards. Apenas Rochinha, num momento de autêntica magia, conseguiu surpreender o guarda-redes brasileiro e colocar tudo empatado ao intervalo.

O descanso voltou a trazer um Vitória determinado e com um domínio evidente em todos os aspetos de jogo. E, embora tenha faltado alguma clarividência numa fase inicial, a reviravolta no marcador surgiu de grande penalidade, após recurso ao videoárbitro. O capitão André André assumiu o lance e não tremeu no duelo com Léo Jardim que, nos minutos seguintes, voltou a brilhar no relvado do D. Afonso Henriques.

Em desvantagem, Jesualdo Ferreira procurou, com as substituições, dar dinâmicas e velocidade à linha ofensiva para chegar ao empate. Porém, as melhores e mais soberanas ocasiões de golo pertenceram aos vitorianos que, para desespero de João Henriques, foram travadas pela excelência de Léo Jardim. Estupiñan apareceu duas vezes isolado e não conseguiu levar a melhor. Ruben Lameiras tentou com um remate cruzado, mas o resultado foi o mesmo. O Boavista não desistiu, mas a melhor ocasião apenas surgiu no primeiro minuto de compensação, quando o espanhol Javi Garcia enviou a bola ao poste.

POSITIVO: Léo Jardim protagonizou uma excelente exibição e, com uma mão cheia de grandes defesas, impediu a equipa vimaranense de construir um resultado mais folgado.

NEGATIVO: Estupiñan teve uma noite de desacerto. O colombiano foi displicente em três momentos. Léo Jardim teve mérito, mas pedia-se mais ao avançado sul-americano.

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ÁRBITRO: Trabalho tranquilo e muito correto de Fábio Veríssimo. No lance mais duvidoso - o penálti que deu a vitória aos minhotos - socorreu-se do videoárbitro.

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