Emprego no têxtil do Vale do Ave varia ao sabor das encomendas dos países estrangeiros

Joana Gomes perdeu o emprego em setembro, com mais 90 trabalhadores
Foto: Miguel Pereira
Trabalhadores despedidos têm dificuldade em receber os valores a que têm direito.
Passaram quase seis meses após o encerramento da Cottonsmile, em Vizela, e Joana Gomes, de 41 anos, continua sem receber a indemnização e os créditos que detém sobre a empresa que o grupo Polopiqué levou à insolvência, com outra, no âmbito de um plano destinado a salvar o resto do grupo. O ciclo de aberturas e encerramentos de empresas têxteis é uma realidade com que os trabalhadores no Vale do Ave já se habituaram a viver. Os dois empregos que Joana teve antes de chegar à Polopiqué terminaram da mesma forma, com o fecho e a carta para pedir o subsídio de desemprego.

