Grandes projetos de mobilidade marcam arranque da Mobi Summit

"Novo aeroporto é fundamental para reequilibrar as duas margens do Tejo", considerou o secretário de Estado das Infraestruturas, Hugo Espirito Santo, numa intervenção que abriu a parte da tarde dos trabalhos
Foto: Paulo Spranger
O primeiro dia da "cimeira da mobilidade", a Mobi Summit, ficou marcado pela discussão dos grandes projetos de infraestrutura que vão marcar os transportes urbanos da região de Lisboa nas próximas décadas.
Autarcas (entre os quais o de Oeiras, Isaltino Morais, e o recém-eleito para Cascais, Nuno Piteira Lopes) estiveram à conversa com administradores das empresas que operam os transportes das maiores cidades e localidades da zona.
Entre as críticas de vários elementos dos painéis ao serviço de transporte urbano prestado nas duas margens do Tejo, o presidente eleito da câmara Cascais deixou uma novidade sobre a Linha de comboio de Cascais. O novo autarca revelou que vai propôr ao governo a exploração da linha de Cascais numa parceria entre Cascais, Oeiras e Lisboa. "Os municípios, por estarem mais próximos, têm mais capacidade de gerir" a linha do que a CP, disse.
O CEO da Notícias Ilimitadas, Domingos Andrade, e o seu homólogo da Global Media, Luis Figueiredo Trindade, à esquerda (Foto: Paulo Spranger)
Pelos vários painéis do primeiro dia do Mobi Summit, que tem o DN como media partner, passaram os presidentes da Câmara de Almada, Inês de Medeiros, e do Seixal, Paulo Silva, bem como os CEOs da Transportes Metropolitanos de Lisboa, Faustino Gomes, da consultora TIS, Susana Castelo, ou o presidente da Administração do Porto de Lisboa, Vítor Caldeirinha. O secretário de Estado das Infraestruturas, Hugo Espírito Santo, fez uma intervenção no arranque da tarde de trabalhos, salientando a importância do Novo Aeroporto de Lisboa na definição desta estratégia.
O presidente da Câmara de Oeiras, Isaltino Morais (Foto: Paulo Spranger)
