Uma eventual reestruturação da dívida grega, sugerida por alguns responsáveis europeus, implicaria riscos muito grandes, advertiu hoje, em Paris, o presidente do Conselho Europeu, Herman van Rompuy.
"Há um verdadeiro perigo de que uma forma ou outra de reestruturação ou reescalonamento da dívida agrave a situação", declarou van Rompuy, segundo a AFP, ao discursar na abertura do fórum do cinquentenário da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE).
"Os riscos de fracasso de tais operações são grandes relativamente às potenciais vantagens", frisou, defendendo que se deve continuar a apostar nas "reformas difíceis, mas necessárias".
Alguns países europeus, como a Alemanha, aludiram a uma eventual reestruturação da dívida da Grécia, mas outros, como a França, e também o Banco Central Europeu (BCE), opõem-se a essa medida.
Segundo Herman van Rompuy, "novas medidas ambiciosas e determinadas da parte do Governo grego são a chave" do problema.
"Não deixaremos o euro afundar-se", garantiu, acrescentando: "Não se deve especular com a nossa determinação".
O ministro das Finanças grego, Yorgos Papaconstantínu, reafirmou hoje que o país declarará a bancarrota se não receber uma quinta tranche de ajuda externa no valor de 12 mil milhões de euros até 26 de Junho.
"A verdade é muito difícil e se não recebermos o dinheiro até 26 de Junho, seremos obrigados a fechar a loja e a declarar a impossibilidade de pagar as nossas obrigações", disse Papaconstantínu numa entrevista exclusiva ao canal privado Skai, de Atenas, citada pela agência espanhola EFE.
Há um verdadeiro perigo de que uma forma ou outra de reestruturação ou reescalonamento da dívida agrave a situação", declarou van Rompuy, segundo a AFP, ao discursar na abertura do fórum do cinquentenário da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE).
"Os riscos de fracasso de tais operações são grandes relativamente às potenciais vantagens", frisou, defendendo que se deve continuar a apostar nas "reformas difíceis, mas necessárias".
Alguns países europeus, como a Alemanha, aludiram a uma eventual reestruturação da dívida da Grécia, mas outros, como a França, e também o Banco Central Europeu (BCE), opõem-se a essa medida.
Segundo Herman van Rompuy, "novas medidas ambiciosas e determinadas da parte do Governo grego são a chave" do problema.
"Não deixaremos o euro afundar-se", garantiu, acrescentando: "Não se deve especular com a nossa determinação".
O ministro das Finanças grego, Yorgos Papaconstantínu, reafirmou, esta terça-feira, que o país declarará a bancarrota se não receber uma quinta tranche de ajuda externa no valor de 12 mil milhões de euros até 26 de Junho.
"A verdade é muito difícil e se não recebermos o dinheiro até 26 de Junho, seremos obrigados a fechar a loja e a declarar a impossibilidade de pagar as nossas obrigações", disse Papaconstantínu numa entrevista exclusiva ao canal privado Skai, de Atenas, citada pela agência espanhola EFE.
