COMIDA. À mesa Jardim Gonçalves garante que come o que vem para a mesa: "Fui educado numa vida de colégio, na tropa, nos refeitórios das universidades e em casa era tudo muito simples e com pouco sabor".
FUTEBOL. No futebol nunca foi muito ferrenho: “Houve aquela adesão normal à Académica em Coimbra e ao Marítimo na Madeira porque o meu pai foi director do clube quando ganhou a taça ao Porto. Tenho muitos amigos no Sporting e até o cartão de sócio porque Dias da Cunha obrigou-me”.
VIOLINO. Tem uma paixão pela música por via do pai: “Ele tocava muito bem dois instrumentos, violoncelo e bandoloncelo. Queria que os filhos fizessem a sua vida mas achava muito importante que soubessem o que era a música e estudassem solfejo. Todos nós aprendemos instrumentos diferentes. Eu prendi violino”.
SALAZAR. Conheceu Salazar quando era tesoureiro da Queima das Fitas: “Viemos a Lisboa apresentar cumprimentos e o Dr. Oliveira Salazar tinha muita curiosidade em saber porque contratáramos na noite anterior, no Cabaret Máxime, uma orquestra estrangeira para as festas. Achou um grande risco para a Academia de Coimbra e pediu cautela para não meter a academia em défice”.
