
As três ex-Scut do Norte, portajadas desde outubro de 2010, já renderam à Estradas de Portugal 224 milhões de euros em portagens, segundo dados avançados hoje à Lusa por fonte da empresa.
Na contabilidade da EP, a antiga concessão Scut (autoestrada sem custos para o utilizador) Costa da Prata, Aveiro, lidera as receitas geradas, com 87,3 milhões de euros em portagens cobradas entre 15 de outubro de 2010 e agosto de 2013.
No mesmo período, a concessão Norte Litoral, que envolve a A28, entre Viana do Castelo e Porto, rendeu cerca de 72 milhões de euros em portagens cobradas, enquanto a concessão Grande Porto somou 64,8 milhões de euros.
Em praticamente três anos de cobrança, as portagens introduzidas nestas três antigas Scut do Norte - as primeiras a serem portajadas -, renderam 224,1 milhões de euros, segundo os dados mais recentes da EP.
A este encaixe somam-se 182 milhões de euros em portagens cobradas desde o final de 2011 nas restantes quatro Scut do país.
Assim, entre as sete antigas concessões Scut, as portagens já renderam à EP cerca de 406 milhões de euros.
Até agosto de 2013 a concessão das Beiras Litoral e Alta (A25) liderava, em cobrança de portagens, com 65 milhões de euros, seguida da Beira Interior (A23), com 57,1 milhões de euros.
No Algarve, a Via do Infante (A22) rendeu à EP, igualmente desde 08 de dezembro de 2011, cerca de 35 milhões de euros, enquanto a concessão Interior Norte (A24) somou 24,8 milhões de euros em portagens cobradas no mesmo período.
