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Têxtil-lar no Vale do Ave sem mãos para as encomendas

Têxtil-lar no Vale do Ave sem mãos para as encomendas

Dificuldades estão na falta de trabalhadores e de matérias-primas. Apesar disso, o momento é positivo. Inovação foi o segredo para se manter competitivo depois de, em 2005, se vaticinar a morte do setor.

O setor do têxteis-lar, no Vale do Ave, está a viver um bom momento. Depois de alguma incerteza, nos primeiros meses da pandemia, no verão do ano passado as encomendas dispararam. As empresas têm tanto trabalho que a principal ameaça para o setor é a dificuldade de cumprir com as encomendas por falta de mão de obra e de matérias-primas.

Na altura em que as empresas asiáticas encerraram, em virtude da covid-19, o comércio de produtos têxteis não parou. As pessoas deixaram de comprar vestuário, com os confinamentos e o teletrabalho, mas passaram a dar mais importância ao conforto e à decoração do lar. As marcas que antes mandavam fazer na Ásia foram obrigadas a procurar soluções em outras geografias.

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