Conectar o cérebro a telemóveis ou computadores. O futuro já mora aqui?

Em 2019, o instituto Grenoble Clinatec apresentou um implante cerebral que permitiu que uma pessoa tetraplégica, equipada com um exoesqueleto, se movimentasse
Juliette Treillet/FDD Clinatec/Facebook
A imaginação é o limite e o que aí vem augura tanto de bom como de assustador.
O implante cerebral anunciado pela Neuralink de Elon Musk não é novidade no mundo científico, mas abriu a porta ao debate. O objetivo é permitir que pessoas com incapacidades motoras consigam controlar dispositivos eletrónicos só com o pensamento. Um avanço importante. O problema é que esta tecnologia também pode vir a ser usada em indivíduos saudáveis, para enviar um SMS com a força da mente ou até para modificar a personalidade.

