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Acidente de Cabrita continua em segredo de justiça e sem explicações

Acidente de Cabrita continua em segredo de justiça e sem explicações

Quatro meses depois de, a 18 de junho, o automóvel em que seguia o ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, ter atropelado mortalmente um trabalhador na A6, entre Estremoz e Évora, o inquérito ao acidente continua em segredo de justiça, sem que o advogado da família da vítima da vítima perceba porquê.

"Neste caso, o segredo de justiça só pode ser decretado para proteger a inação ou a incompetência dos investigadores. Não vejo em que é que o segredo de justiça pode ajudar a investigar um acidente que degenerou num atropelamento", sublinha, ao JN, José Joaquim Barros, que tenciona requerer, assim que "haja condições", o levantamento daquele instrumento. "Nada sabemos das diligências efetuadas, incluindo se o Nuno [Santos] foi ou não autopsiado, e se foi ou não pedida uma peritagem ao carro", lamenta o causídico.

A Procuradoria-Geral da República, questionada pelo JN, há duas semanas, sobre a razão de o inquérito ter sido sujeito a segredo de justiça, não deu qualquer explicação.

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