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Advogados acusados de ajudar traficantes a calar cúmplices

Advogados acusados de ajudar traficantes a calar cúmplices

Cabecilhas chamaram juristas para defender correios da droga detidos, a fim de não serem denunciados. Rede também furtou centenas de catalisadores.

Três advogados com escritório em Coimbra foram acusados pelo Ministério Público (MP) de, durante mais de um ano e meio, terem trabalhado para que os cabecilhas de uma rede de tráfico de droga e furto de catalisadores não fossem denunciados pelos executantes dos crimes, que estavam detidos.

Manuela Nunes Ferreira, de 44 anos, Augusto Videira Murta, de 57, e Ana Cristina Marçalo, de 53, são ainda suspeitos de terem planeado o modo como uma testemunha de um tiroteio à porta de uma discoteca na Figueira da Foz, em 2019, poderia alterar, a troco de dinheiro, o seu depoimento para tentar ilibar o filho de dois dos três líderes da rede, de caráter familiar. O jovem foi à mesma condenado.

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