
Jurista alegava ao cliente que os casos não andavam para a frente porque a justiça era lenta, devido à acumulação de processos
Foto: Amin Chaar / Arquivo
Inventou processos e taxas de justiça inexistentes, bem como falsos relatórios periciais. Também se apoderou de cheques destinados a cobrir dívidas de execuções, além de usar emails da Ordem dos Advogados para burlar, durante anos, uma empresa de têxtil de Gaia.
São estes os factos que o Ministério Público aponta ao advogado João Nuno Araújo, acusado de ter ficado com cerca de 65 mil euros que eram do cliente.
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