
Brasileira residente na Amadora estava desaparecida desde dia 5 de dezembro
Foto: Redes sociais
A empregada doméstica e "babysitter" brasileira Lucinete Freitas assassinada na Amadora há um mês foi agredida violentamente na cabeça com um bloco de cimento pela patroa, da mesma nacionalidade, com quem mantinha uma relação "pautada por alguma conflituosidade", segundo revelou, esta segunda-feira, o Ministério Público (MP).
De acordo com o MP, a suspeita de 43 anos, sob o pretexto de levar a vítima, de 53, a casa, "conduziu-a até a um local ermo, onde a agrediu violentamente na cabeça com um bloco de cimento, causando-lhe lesões que determinaram a morte."
"Mais se indicia que, após confirmar que a vítima se encontrava morta, a arguida colocou entulho sobre o corpo daquela, de forma a encobrir o mesmo, e ausentou-se do local", acrescentou.
O Ministério Publico diz ainda que a arguida terá ainda utilizado o telemóvel da vítima, "fazendo-se passar pela mesma, escrevendo mensagens onde dizia ter ido para o Algarve com uma amiga, visando, assim, adiar a participação do seu desaparecimento."
Apresentada a primeiro interrogatório judicial, no dia 20 de dezembro, foi aplicada a medida de coação de prisão preventiva à arguida.

