
Algarve foi a região do país escolhida por associação criminosa para fazer negócios imobiliários
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Rede criminosa falsificou documentos e usou dezenas de testas de ferro para contrair empréstimos de 41 milhões de euros.
Um grupo criminoso obteve mais de 41 milhões de euros em empréstimos bancários para a compra de segundas habitações, no Algarve, à conta de documentos falsos. Só na diferença entre o valor recebido e o preço total dos 304 imóveis, os dois cabecilhas da rede, um brasileiro e um italiano, lucraram mais de dez milhões de euros. O Ministério Público do Departamento de Investigação e Ação Penal (MP/DIAP) de Évora acusou agora 20 arguidos de associação criminosa, burla qualificada, falsificação de documentos e branqueamento.


