Diretor da PJ apela a novos dirigentes para reforçarem apoio ao Ministério Público

Luís Neves deu posse a novos dirigentes
Foto: Pedro Gomes Almeida
O diretor nacional da Polícia Judiciária (PJ), Luís Neves, pediu esta quinta-feira aos novos dirigentes, a quem deu posse de cargos em diferentes unidades orgânicas, para ajudarem o Ministério Público a suprir a falta de meios humanos do Ministério Público.
No discurso que marcou a tomada de posse de 10 novos dirigentes da PJ, em cerimónia realizada na sede desta polícia em Lisboa, Luís Neves destacou a necessidade de a instituição ser sensível ao "período difícil" que atravessa o Ministério Público devido à carência de magistrados. "É isso que vos peço a todos, que possamos, de alguma forma, suprir essas dificuldades", sublinhou.
Luís Neves reforçou que o trabalho da PJ é "única e exclusivamente de apoio e suporte ao MP", o que deve ser feito de forma "leal", acrescentou. Apelou ainda à instituição e, em particular aos novos dirigentes, para darem tudo "em prol da magistratura".
"Não trabalhamos para mais ninguém. Trabalhamos num sentido único e esse sentido único tem de ser todos os dias alimentado e acarinhado. E é isso que eu vos peço", acrescentou Luís Neves.
Entre os 10 dirigentes que assumiram funções estão Pedro da Fonseca, nomeado diretor nacional-adjunto; Afonso Sales, diretor do Gabinete de Recuperação de Ativos; António Morais, diretor da Unidade de Cooperação Internacional; e Perpétua Crispim, diretora da Unidade Nacional de Combate à Corrupção.
Para as estruturas regionais e locais foram nomeados João Garcia, como Diretor da Diretoria do Sul; António Trogano, para subdiretor da Diretoria do Norte; Camilo de Oliveira, subdiretor da Diretoria do Centro; Pedro Maia, diretor do Departamento de Investigação Criminal de Aveiro; e Renato Furtado, diretor do Departamento de Investigação Criminal dos Açores.
