
Proprietário de agência funerária invocou o seu negócio para pedir a libertação
Foto: Arquivo
Arguido reincidente interpôs recurso para acabar com a prisão preventiva, mas Tribunal da Relação não lhe deu razão.
Em várias ocasiões, apertou-lhe o pescoço. Noutras, empurrou-a, deu-lhe estalos na cara e insultou-a, acusando-a de traição e perseguindo-a na rua. Ameaçou até a vítima, cantora de profissão, que iria expor vídeos íntimos. Isto, em boa parte, quando beneficiava da suspensão de uma pena de prisão a que fora condenado por violência doméstica contra outra mulher. O dono de uma agência funerária na Batalha foi detido em junho e posto em prisão preventiva e, por decisão recente do Tribunal da Relação de Coimbra, assim vai continuar.

